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A crônica do matador do rei


 Entrei na livraria com a minha mãe, andei um pouco sem me focar em algum livro em especial. Algum tempo depois quando já estava no caixa ela me perguntou se eu levaria algum livro, fiz que sim e me abaixei em direção ao livro mais grosso na última prateleira. O livro tinha 960 páginas. Era 'A crônica do matador do rei: Segundo dia, O Temor Do Sábio'. Deu uma boa olhada na capa, que me agradava muito. E uma rápida foleada. Há algumas coisas na vida que se identifica assim, rapidamente. E julgar um livro por alto se tornou de algum modo algo que eu faço com facilidade. O contato durante anos com livros me possibilitou, diferenciar os estilos de livros que me agradam dos que não. O primeiro contato com o livro para mim é tão importante quanto a própria sinopse. 
 Depois mais tarde descobri que havia comprado o segundo volume da série. De certa maneira fiquei frustada. Mas logo fiz questão de comprar o primeiro livro, antes de ler o segundo, coisa que odeio. Ler séries fora de ordem. 
 Inciei minha leitura, e posso afirmar com toda certeza que é um dos melhores livros que já tive a oportunidade de ler na vida. 

 Resenha do O nome do vento: Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso.

Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano - os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.

Quando esses seres do mal reaparecem na cidade, um cronista suspeita de que o misterioso Kote seja o personagem principal de diversas histórias que rondam a região e decide aproximar-se dele para descobrir a verdade. 

Pouco a pouco, a história de Kote vai sendo revelada, assim como sua multifacetada personalidade - notório mago, esmerado ladrão, amante viril, herói salvador, músico magistral, assassino infame. 

Nesta provocante narrativa, o leitor é transportado para um mundo fantástico, repleto de mitos e seres fabulosos, heróis e vilões, ladrões e trovadores, amor e ódio, paixão e vingança.



Para essas férias: livros


 A gente adora as férias, mas não podemos negar que elas vem com um gostinho de tédio. Não tem como a gente ver nossos amigos todos os dias, sair todos os dias. Estar entretidos a toda hora. Então é claro buscamos outros meios. Pensando nisso decidi dar algumas dicas do que ler nessas férias.
 Acho que já deu pra perceber, pelo menos quem acompanha aqui há algum tempo que meu gosto por livros não é muito parecido com os das outras blogueiras pelo mundo ai a fora. Não sou de ler Clarisse Lispector ou Martha Medeiros. Não que eu não goste, com certeza leria o livro delas com muito prazer e provavelmente gostaria. Mas é que tenho inclinação á livros de fantasia, ficção cientifica, “romance”, policiais e por ai vai. Então, é óbvio que minhas indicações serão mais ou menos nesse caminho.

Eu sou o número 4 – Muitas de vocês já devem ter ouvido falar no filme ou no próprio filme. A história é bem interessante, e o livro até te prende. Só achei a maneira de escrever um pouco fraca. Comparado a outros livros na mesma linha que já li. Mas o livro é bastante cativante.

 Sinopse: Nove bebês aliens estão se escondendo entre os seres humanos, eles fugiram de seu planeta natal, Lorien, para se esconder na Terra. Uma espécie invasora, os Mogadorians, destruíram seu planeta, e seguiram eles a Terra para caçá-los. Cada um dos nove aliens é dado a um tutor para desenvolver seus poderes sobre-humanos enquanto se tornam adultos e lhes são atribuídos números. Estas últimas crianças de Lorien só pode ser mortas na sequência de seus números.

A crônica do matador de rei – Quero de natal. Alguém se habilita? Pelo que eu sei é uma trilogia. Então, essa semana comprei o segundo livro da série e agora estou a procura do primeiro para dar inicio a minha leitura. Se alguém se oferecer para me dar de presente ok?

 Os livros já são incríveis por terem quase 1000 páginas cada um, e pelas críticas que eu li parecem nunca perder o toque de incrível.

 Sinopse: O nome do vendo, livro de estreia de Patrick Rothfuss, é o começo da história do herói Kvothe, contada de seu próprio ponto de vista. Escondido sob a fachada de proprietário de uma hospedaria, ele é encontrado pelo Cronista, o escriba d rei, a quem promete narrar sua trajetória em três dias.

A janela de Overton – Outro livro que eu almejo para essas férias. Parece ser o tipo de livro que com certeza me prenderia. Tem haver com conspirações, planos, mudar a América. Tudo que eu mais adoro.

 Sinopse: Um plano para destruir a América, há centenas de anos sendo planejado, está prestes a ser colocado em prática. Uma poderosa técnica chamada Overton Window que pode modificar nossas vidas, nossas leis e nosso futuro. Ela funciona manipulando a percepção pública para que nossas ideias pensadas anteriormente pareçam ser radicalmente aceitas. Mude a Janela e mude o debate. Mude o debate e mude o país. Para Noah Gardner, um executivo de Relações Públicas com 20 e poucos anos, é seguro dizer que a teoria política é a única coisa em sua mente. Inteligente, solteiro, bonito e isolado dos problemas do mundo com a riqueza e o poder de seu pai, Noah é muito mais preocupado com o futuro de sua vida social do que o futuro de seu país. Mas tudo isso muda quando Noah encontra Molly Ross, uma mulher que é consumida pelo conhecimento de que a América que conhecemos está prestes a ser perdida para sempre. Ela e seu grupo de patriotas se comprometeram a recordar o passado e lutar por um futuro, mas Noah, convencido de que são apenas teorias de conspiração erradas, não está interessado em emprestar suas habilidades consideráveis para a sua causa. E, então, o mundo muda. Um ataque sem precedentes sobre o solo dos E.U.A. sacode o país para o núcleo e coloca em movimento um plano assustador, décadas sendo formulado, para transformar a America e demonizar todos os que se interpõem NO caminho. Em meio ao caos, muitos não sabem a diferença entre a teoria da conspiração e conspiração realidade ou, mais importante, em qual lado lutar.Mas para Noah, a escolha é clara: Expor o plano, revelando os conspiradores por trás dele, é a única maneira de salvar tanto a mulher que ele ama quanto sua liberdade. 

 Nem se eu quisesse eu listaria aqui todos os livros que tenho vontade de ler ainda nessas férias. Então se quiserem mais sugestões tem a minha conta do skoob, estou geralmente sempre a atualizando. Sempre fazendo histórico dos livros que leio, e adicionando mais na minhas estante. Se fizerem conta, me adicionem lá: Raphaele - Skoob


Jogos Vorazes



Eu não sei se nem todos irão chegar a entender e concordar com o meu ponto de vista. Mas, quando eu leio um livro em que eu consigo me desprender do que me mostra à narrativa e desenvolver sentimentos alheios e independentes ao recorrer da história é por que o livro é consequentemente um dos melhores que eu já li. É quando a personagem te diz, mas não de maneira óbvia (Como: ‘Estou com ciúmes) como ela se sente, de maneira sutil, só narrando seus sentimentos e atitudes (Como: ‘Seus braços, que antes envolviam apenas a mim, se dividiam entre abraça-la e afagar seus cabelos. Senti um inchaço quente e que me causava náuseas subir pelo meu estomago, mas talvez o nó que envolvia meu coração tenho o impedido de se por para fora. Mirei mais uma vez o que Luke afirmava ser um gesto de amizade, e foquei nas letras a minha frente. Logo eu senti meus olhos arderem, e eu já não via mais nada de tão embaçado...”). Percebe? É obvio que quem narra está enciumado, e mesmo se não estivesse, se a historia estivesse num nível em que você já tivesse desenvolvido alguma ligação afetiva entre os dois personagens você sentiria ciúmes, mesmo que não a personagem.

 Talvez não você, mas pelo menos eu. E essa é uma dos critérios (apesar de ser inconsciente) que eu denomino para considerar um livro um dos melhores da minha vida.

 Isso tudo para antes ter um argumento para falar sobre ‘Jogos Vorazes’. E não pensei que fiz todo esse discurso e ‘tese’ de faculdade (ha-há) para dizer que ‘Jogos Vorazes’ não atendeu a todos esses aspectos.
É um dos melhores livros da minha vida. Definitivamente. Acreditem.

 Tudo isso que eu já tenho dito lá em cima se adequa a ele. Que me fez sentir, mesmo que os sentimentos da protagonista não se encaixassem no meu. Criar sentimentos independentes da história me enlouquece quem consegue escrever assim, me fascina.

 Admito, tomei a iniciativa de ler ‘Jogos Vorazes’ em razão de já estar na lista de ‘próximas’ modinhas, sempre tenho a infelicidade de ler algum livro quando já se encaminha a isso. Por isso agora minha fome de buscar por novos livros, que ainda não sejam tão prestigiados, mas que virão a ser. Acho importante, por que te proporciona criar uma visão real sem interferências das emoções e opiniões alheias.
 Não sou boa com resenhas, ainda mais de livros, em razão disso vou deixar com vocês resenhas feitas por leitores do skoob. Que sempre batem com a minha, e principalmente, me divertem. Continuar lendo.
Resenha – Jogos Vorazes 

Jogos Vorazes
Jogos Vorazes (Editora Rocco) é o meu livro predileto. Ponto. Acho que esse é um bom começo para essa resenha. Você sabe que um livro é especial quando você devora 400 páginas em menos de um dia e meio, quando – meses depois – você ainda pensa diariamente na história, ou quando você faz questão de relê-lo no instante em que ele é lançado no Brasil (eu já havia lido anteriormente a versão americana). Quando decidi conhecer o livro, depois de ouvir elogios dele pela internet, mal sabia o que estava prestes a encarar. E sou muito grato por isso. Assim, pouparei ao máximo os detalhes da trama nessa resenha. Você vai ter que, simplesmente, confiar em mim e descobrir sozinho o que essa obra tem para contar. [...]


Em chamas - Rsenha, livro 2 

Mockingjay - Resenha, livro 3

 Já li os três, incríveis. Foi o primeiro livro que chorei no final. E isso por que ele não é nem um pouco meloso. Mas mexeu imensuravelmente com as minhas emoções. Em em 2012 vem o filme, muito ansiosa!

 Beijos!

Que nota você daria para esse post de 1 a 5? Comente!


Resenha: A hospedeira



 Quando eu começo ler a finco, eu tento manter. Como esse momento agora na minha vida, em que estou lendo sempre.
 Então, são tantos livros!
Mas vou tentar me organizar. Juro.
Vou começar com a Hospedeira. Eu sei que esse livro pode não ser novidade para muitos, mas mesmo assim!
Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo. Quando Melanie, um dos humanos "selvagens" que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a "alma" invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente. Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

 Esqueça Crepúsculo, Breve vida de Bree Tunner. Apesar da maneira de escrever quase não variar muito você enfim se livra de todo o sentimentalismo acumulado de Stephanie Meyer. A Hospedeira é um livro de ficção, onde aliens invadem o planeta terra e nos ‘possuem’ com o intuito de fazer do lugar onde moramos, um planeta melhor. Sem os erros humanos. Onde eu acho que foi exatamente onde Stephanie começou a errar.
 É como se os alienígenas que tivessem vindo para cá seguissem a mesma linha de raciocínio do socialismo. Deixando esse lado politico de fora, como se entende que eles queriam transformar nosso mundo, num lugar melhor? Não é exatamente o lugar que sofre (vamos esquecer os desastres ambientais), sim nós Seres Humanos. Se eles nos possuem, o que já é de certa maneira brutal e vai totalmente contra a linha de raciocínio que eles acreditam piamente ser a correta, não seriamos nós mesmo. Então, não tem como explicar o que eles queriam transformar para melhor aqui. Não tem lógica. Se alguma coisa tinha que ser mudada era nossa mente, e não há força, e não nossos corpos serem tomados e passarem a ser controlados por alienígenas convencidos.
 Enfim, o livro começou de maneira muito lenta. Contanto detalhes da vida que ela levava na terra a qual eu não estava interessada, demorei um pouco para sair dos primeiros capítulos. Mas depois melhorou consideravelmente. Apesar de que Meyer enrola muito, há muita embromação. E acho que um pouco ridículo é toda sensibilidade que gira em torno dos aliens. Eles invadem ‘nossos’ corpos mas somos considerados maus e brutos ao tentar nos livrar deles. É como se qualquer tipo de ato violento deles fosse explicado e não pesasse tanto, fosse aceitável e eles fossem bonzinhos. Enquanto nós, ameaçados de extinção, tentando salvar a espécie éramos mostrados no livro como animais brutos, e encarados dessa maneira.
 Achei muito sem noção, e odiava terrivelmente todos os alienígenas. Fora que a Peregrina sempre ficava muito horrorizada com tudo, sempre eram muito violentos para ela, sempre ficava de chororo. Enfim, é um livro bom. Foge um pouco do que estamos acostumados. Mas a tentativa de critica de Meyer me irritou completamente.


Comunidade de livros: Skoob



 Eu sei que não tenho aparecido muito aqui depois das férias, espero tenham pelo menos sentido minha falta. Então, são os estudos, os livros, escrevendo, as redes sociais. Muitos impedimentos, mas admito que estou precisando regatar aquela minha responsabilidade anterior.
 Hoje vou falar sobre livros! Ultimamente ando me dedicando bastante a eles, depois faço resenhas. Nem vou nem começar a comentar.
 Esses dias atrás procurando por livros para baixar e outros para ler encontrei uma comunidade de livros na internet, o Skoob. Eu adorei a ideia, sinceramente. Vi naquilo uma maneira de organizar minha vida literária.
 Por que funciona assim: Você faz seu cadastro e então no seu espaço, na sua página na comunidade, tem uma estante online.
 E o melhor é que é tudo organizado. Você pode marcar um livro como Lido, lendo, vou ler, relendo e abandonei. Pode adiciona-los á sua meta de leitura, e ir relatando o histórico no site. Onde você coloca o tanto de páginas que leu, tem direito a dar uma nota (de 1 a 5) para o livro até onde leu, e fazer algum comentário. Logo o site faz a porcentagem do que você leu e do que falta. Ele ainda calcula o tanto de páginas que já leu.
 Você pode favoritar, marcar o livro como desejado, avaliar (em estrelas de 1 a 5), e fazer uma resenha. O que é ótimo. Por que sempre é divertido ler as resenhas, e elas geralmente são muito sinceras. Não importa se seja um livro muito respeitado, em geral, se as pessoas não gostaram elas sempre vão colocar na resenha. E não é um simples: “Ah, não gostei”. Tem argumento, elas dizem por que não. O que foi um dos fatos que me ajudou bastante a decidir se leio um livro ou não, apesar de que isso não me impede muito de ler um livro.
 Você ainda por marcar os livros como: Tenho, troco, emprestei. E os usuários podem fazer trocas entre si, o que é muito vantajoso! Por que se alguém tem algum livro em que você esteja interessada, e vice e versa vocês podem simplesmente troca-los entre si.
 Quando você entra na página de uma pessoa ele calcula automaticamente a compatibilidade com ela. Você pode adicionar livros, apesar de que sempre achei todos os livros que sempre procurei. O que é incrível.
 E ainda tem espeço para quadrinhos e revistas.
 Bom, são tantos recursos que não sei nem como organiza-los para mostrar á vocês! Só fazendo a conta.

 Então, quem já tem ou vai criar me adiciona lá!  Skoob

Beijos.

Minha carta para Hogwarts?

E se eu ainda espero minha carta de Hogwarts, apesar de já se terem passado quatro anos. E se espero encontrar o caminho para o país das maravilhas ou voar e ir para a Terra do Nunca. Se espero que um Sátiro venha me buscar para me salvar dos monstros e me levar ao acampamento-meio-sangue. Se me enfio no guarda-roupa e espero encontrar pinheiros que denunciem que cheguei a Narnia.  

 E eu que acabo de completar 15 anos e ainda sonho com isso, mas não por que ainda sou criança ou deixei de ser. Mas é que existem certas coisas que são eternas. Que marcam para sempre. E desejos que nunca se perdem. E o mundo para que os livros me levam fazem parte disso. 


Lendo, lendo, lendo e se apaixonando


Dragões de Éter

 É com muito orgulho, com orgulho mesmo e de verdade, que eu venho falar desse livro. Por que não é um livro qualquer, nenhum livro é um livro qualquer, na verdade é que o autor não é um autor qualquer. Mas dele eu falo mais no final... hum....

E quem me indicou novamente? Thais Cristine. E quem me emprestou o livro novinho e intocado ganho no aniversário para mim ler? loide Sabino. Yeah, elas são foda. :*





Falem de Fallen

 Acho que não tem coisa mais gostosa que ler. Pra quem gosta, além de que quem lê o livro antes do filme, até depois, percebe que o livro vale muito mais e pena. Por inúmeros motivos, o livro é mais completo, os filmes quase nunca são fiéis da maneira que deveriam e às vezes aquela cena perfeita que imaginamos ou não aparece, ou é minúscula, ou ocorre de outra maneira.
  Decidi compartilhar/postar alguns livros aqui no Blog antes que virem filme. Além de ser maior chato ler um livro que você já assistiu o filme, por que muitas vezes você não tem a oportunidade de imaginar os personagens a sua maneira.
 Você já deve ter visto até em outdoors, pelo menos eu vejo aqui, a “propaganda” de Fallen. “Se você já se apaixonou por um vampiro, imagina até conhecer um anjo”, é isso o que diz nos Outdoors que junto com a capa acaba ficando praticamente impossível de resistir ao livro.

 
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